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segunda-feira, 20 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Natureza e vida urbana
A opção do homem em concentrar suas moradias em cidades, ou melhor mega cidades é algo interessante. Nada que o homem tenha feito, já não existia na natureza de alguma forma. Nossa criatividade é bem menor do que parece.
O modelo de sociedade escolhido lembra muito o que fazem e como vivem os insetos sociais, como as abelhas, formigas e cupins, o que é diferente de praticamente todos os modelos de animais existentes na natureza e de porte mais similar ao nosso. Independentemente disso ser adequado ou não, é no mínimo estranho basear nosso estilo de vida em modelos adequados para animais de tamanho tão diminuto, que tem por necessidade, viver em comunidades mais adensadas para que possam ser respeitados e competitivos na natureza.
Opção nossa! Não há o que fazer mais. Esses insetos sociais vivem juntos, de forma adensada, dividindo tarefas e se protegendo e quando há um conflito interno, ou a colméia cresce demais (caso das abelhas) o grupo dissidente migra para outro ponto, deixando a antiga colméia. Todos são liderados por uma rainha, responsável por fazer a colméia crescer, vivendo para fazer posturas. Existem os soldados que protegem a colméia, as jardineiras, que fazem a limpeza, as operárias que buscam e fabricam mel, enfim tudo em relativa harmonia.
Outros animais, como os macacos, leões, onças, capivaras, etc. vivem em grupos reduzidos, não havendo disputas acirradas por alimentos e espaço no grupo, mas sim entre grupos. Quando há uma dissidência interna, há uma disputa de poder entre o líder do grupo e o postulante ao cargo e quem perde, deixa o grupo.
E nós? Optamos por viver em cidades, de forma adensada, em detrimento a uma vida mais bucólica em cidades menores. Existem prós e contras. Nas cidades temos cinema, teatro, infraestrutura de transportes públicos (tenho minhas dúvidas...), os alimentos chegam a mesa sem esforço, basta irmos ao mercado, há escolas em cada esquina, tem emprego com férias e 13º. Salário, tem trabalhos com roupa limpa e no ar condicionado, enfim uma série de vantagens.
Mas também tem desvantagens. Violência, engarrafamentos, enchentes, sistemas públicos de saúde, educação caóticos, entre outros. Mas não escrevo esse artigo para escrever se a cidade ou se o campo é o melhor lugar para viver. Cada um sabe de si. Tenho preocupações maiores. Bem maiores... No campo, quando seu filho sai da escola ele vai aprender um pouco sobre o que seus pais, tios, amigos, fazem, ajudando na lida do dia a dia. Comem fruta no pé, conhecem árvores, plantas, bichos, aprendem profissão, andam a cavalo, tocam boiada, plantam, colhem, cuidam, tomam banho de rio, pescam, caçam, aprendem a respeitar a natureza, conviver com pessoas que estão sempre querendo construir coisas, fazer coisas, enfim não existe gente ociosa no campo na mesma proporção que existe na cidade.
Nas cidades é diferente o que seu filho faz depois da escola? Se você tem condições financeiras, pode colocá-lo numa aula de inglês, informática, natação, etc... Mas ele vai viver fazendo isso o tempo todo? Ou pior, se você não tem dinheiro? Ele solta pipa e joga bola, o que seria ótimo. Mas nem sempre faz só isso. As vezes é comum ouvi-los reclamando, puxa vida não tem nada para fazer... Esse nada para fazer é que é o problema. No interior se seu filho está desviando do caminho correto, todos te conhecem e você acaba sabendo a tempo de tentar corrigir os rumos. Mas nas cidades as pessoas não tem rosto. Você não conhece seu vizinho de apartamento, quem dirá aquela pessoa que sobe com você no elevador? E ninguém sabe quem é o seu filho... E o que ele faz é um problema seu...O que há de semelhante com as abelhas? Nada. Vivemos juntos, mas sozinhos, isolados e isso não nos traz vantagens e não nos faz mais fortes.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Natureza Viva
Planeta Azul
A vida e a natureza sempre à mercê da poluição
Se invertem as estações do ano
Faz calor no inverno e frio no verão
Os peixes morrendo nos rios
Estão se extinguindo espécies animais
E tudo que se planta, morre
O tempo retribui o mal que a gente faz
Onde a chuva caía quase todo dia
Já não chove nada
O sol abrasador rachando o leito dos rios secos
Sem um pingo d'água.
Quanto ao futuro inseguro
Será assim de Norte a Sul
A Terra nua semelhante à Lua
O que será desse planeta azul?
O que será desse planeta azul?
O rio que desse as encostas já quase sem vida
Parece que chora um triste lamento das águas
Ao ver devastada , a fauna e a flora
É tempo de pensar no verde
Regar a semente que ainda não nasceu
Deixar em paz a Amazônia, preservar a vida
Estar de bem com Deus.
sábado, 27 de abril de 2013
Conhecendo a natureza
O conhecimento da estrutura e funcionamento dos ecossistemas constitui aspecto que, mais e mais, vem interessando às ciências Econômicas e Sociais, pois que, através dos processos desenvolvidos em cadeia é que certos recursos naturais são formados, se mantêm e são renovados. Pela utilização dos recursos naturais, transformados em bens e serviços, o homem supre suas necessidades e melhora o seu bem estar.
Assim, o conhecimento dos recursos naturais e ecossistemas constitui base de manutenção e conservação do ambiente nos processos de análise econômica que objetiva o desenvolvimento regional e seu planejamento.
O meio ambiente é, geralmente, definido pelas condições existentes em determinada área da superfície terrestre, onde a vida pode desenvolver-se e onde o homem exerce suas atividades. No ambiente, as relações recíprocas entre os componentes físicos e as atividades humanas constituem a própria essência da Geografia.
Os estudos sobre o ambiente têm por objetivos gerais: o conhecimento dos componentes e processos desenvolvidos nos ecossistemas; a melhoria das condições de degradações e poluição que afetam o bem estar das populações; e a conservação do ambiente nos programas que visem usufruir maiores benefícios através de uma mudança.
Sobre os três aspectos mencionados, as pesquisas sobre o meio ambiente devem estar fundamentadas nos equilíbrios dos ecossistemas, de modo a reduzir a um mínimo o aspecto predatório da atividade econômica.
As ruturas de equilíbrio podem se processar com intensidades diversas, tanto em áreas rurais como em áreas urbanas, sendo traduzidas, ora na degradação do ambiente, ora em poluição, quando resíduos tóxicos são introduzidos no meio, modificando no todo, ou em parte, a atividade biológica, tal como, na poluição do ar por fumaças e partículas, na poluição das águas por detritos industriais e urbanos, na poluição por pesticidas, por problemas de fossas e esgotos não tratados etc.
Quaisquer que sejam as modalidades de degradação e poluição, as pesquisas científicas , sobre o ambiente, devem objetivar o conhecimento da complexidade das condições ambientais em seus recursos disponíveis e potenciais, visando reduzir ao mínimo o aspecto predatório na utilização do ambiente.
Sob esse enfoque, e sem excessivas preocupações deterministas sobre recursos não renováveis que são substituídos ou reciclados pela evolução das técnicas, a conservação da natureza vem a se constituir em instrumento de desenvolvimento, sobretudo nos países do terceiro mundo.
Sob estas condições, aos problemas de degradação e poluição se integram o desenvolvimento social e econômico, este orientado para utilização dos recursos naturais (apoiados na exportação de produtos primários), e aquele, na melhoria das condições sociais da população (implantação de melhorias de condições sanitárias, abastecimento de água e esgoto, controle da poluição, melhor distribuição da população e ocupação racional de território).
Em todos os casos, devem ser preferidos métodos integrados, que estudem o ambiente como um todo, em sua estrutura e funcionamento, pois, as técnicas e análises unilaterais, conduzem, geralmente, à apreciações errôneas e, ações desenvolvidas nas bases das mesmas podem resultar em fracassos e maiores desequilíbrios para o meio.
Em resumo, é imprescindível conhecer a Natureza, em primeiro lugar, para saber enquadrar seus recursos nas atividades que impliquem nas alterações dos ecossistemas, na saúde pública, nos aspectos sociais e econômicos e até na dimensão cênico-paisagística.
Assim, o conhecimento dos recursos naturais e ecossistemas constitui base de manutenção e conservação do ambiente nos processos de análise econômica que objetiva o desenvolvimento regional e seu planejamento.
O meio ambiente é, geralmente, definido pelas condições existentes em determinada área da superfície terrestre, onde a vida pode desenvolver-se e onde o homem exerce suas atividades. No ambiente, as relações recíprocas entre os componentes físicos e as atividades humanas constituem a própria essência da Geografia.
Os estudos sobre o ambiente têm por objetivos gerais: o conhecimento dos componentes e processos desenvolvidos nos ecossistemas; a melhoria das condições de degradações e poluição que afetam o bem estar das populações; e a conservação do ambiente nos programas que visem usufruir maiores benefícios através de uma mudança.
Sobre os três aspectos mencionados, as pesquisas sobre o meio ambiente devem estar fundamentadas nos equilíbrios dos ecossistemas, de modo a reduzir a um mínimo o aspecto predatório da atividade econômica.
As ruturas de equilíbrio podem se processar com intensidades diversas, tanto em áreas rurais como em áreas urbanas, sendo traduzidas, ora na degradação do ambiente, ora em poluição, quando resíduos tóxicos são introduzidos no meio, modificando no todo, ou em parte, a atividade biológica, tal como, na poluição do ar por fumaças e partículas, na poluição das águas por detritos industriais e urbanos, na poluição por pesticidas, por problemas de fossas e esgotos não tratados etc.
Quaisquer que sejam as modalidades de degradação e poluição, as pesquisas científicas , sobre o ambiente, devem objetivar o conhecimento da complexidade das condições ambientais em seus recursos disponíveis e potenciais, visando reduzir ao mínimo o aspecto predatório na utilização do ambiente.
Sob esse enfoque, e sem excessivas preocupações deterministas sobre recursos não renováveis que são substituídos ou reciclados pela evolução das técnicas, a conservação da natureza vem a se constituir em instrumento de desenvolvimento, sobretudo nos países do terceiro mundo.
Sob estas condições, aos problemas de degradação e poluição se integram o desenvolvimento social e econômico, este orientado para utilização dos recursos naturais (apoiados na exportação de produtos primários), e aquele, na melhoria das condições sociais da população (implantação de melhorias de condições sanitárias, abastecimento de água e esgoto, controle da poluição, melhor distribuição da população e ocupação racional de território).
Em todos os casos, devem ser preferidos métodos integrados, que estudem o ambiente como um todo, em sua estrutura e funcionamento, pois, as técnicas e análises unilaterais, conduzem, geralmente, à apreciações errôneas e, ações desenvolvidas nas bases das mesmas podem resultar em fracassos e maiores desequilíbrios para o meio.
Em resumo, é imprescindível conhecer a Natureza, em primeiro lugar, para saber enquadrar seus recursos nas atividades que impliquem nas alterações dos ecossistemas, na saúde pública, nos aspectos sociais e econômicos e até na dimensão cênico-paisagística.

domingo, 14 de abril de 2013
Cuidar da natureza e cuidar da vida!
O homem evolui. Construiu arranha-céus, aviões, vacinas e curas para diversas doenças. O homem usou toda a sua inteligência para transformar o mundo. Mas tem se esquecido de cuidar do seu bem mais precioso: a natureza.
A natureza é o elo entre tudo que existe na Terra. É a natureza que possibilita a ocorrência da vida humana como ela é hoje. Ela é aquilo que realmente precisamos para viver.
Ar puro, água limpa e acessível, solos férteis, equilíbrio climático são alguns dos serviços ecológicos prestados gratuitamente pela natureza. Remédios naturais, fibras e combustíveis são alguns exemplos de produtos fornecidos pelo uso direto da biodiversidade.
Tudo que nos serve vem, direta ou indiretamente, da natureza. Precisamos usar esses recursos da maneira mais racional possível, garantindo a vida para as gerações de hoje e de amanhã. Isto é o que chamamos de desenvolvimento sustentável.
Porém vivemos uma crise de biodiversidade, que coloca em risco nosso futuro.
O mundo não tem conseguido frear a perda da biodiversidade. E hoje registramos mais extinção de espécies do que jamais ocorreu ao longo de toda a evolução do planeta.
Não é preciso toda a inteligência humana para entender onde tanta destruição pode nos levar.
Já sentimos o reflexo disso com a ocorrência cada vez maior de desastres
ambientais, que tiram vidas e colocam em risco o nosso conforto. A destruição das florestas pelo desmatamento e a degradação de outros ecossistemas precisam ser combatidos para garantir a nossa qualidade de vida.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Natureza
A palavra "natureza" provém da palavra latina natura, que significa "qualidade essencial, disposição inata, o curso das coisas e o próprio universo".[1] Natura é a tradução para o latim da palavra grega physis (φύσις), que em seu significado original fazia referência à forma inata que crescem espontaneamente plantas e animais. O conceito de natureza como um todo — o universo físico — é um conceito mais recente que adquiriu um uso cada vez mais amplo com o desenvolvimento do método científico moderno nos últimos séculos.[2][3]
Dentro dos diversos usos atuais desta palavra, "natureza" pode fazer referência ao domínio geral de diversos tipos de seres vivos, como plantas e animais, e em alguns casos aos processos associados com objetos inanimados - a forma em que existem os diversos tipos particulares de coisas e suas mudanças espontâneas, assim como o tempo atmosférico, a geologia da Terra e a matéria e energia estes entes possuem. Frequentemente se considera que significa "entorno natural": animais selvagens, rochas, bosques, praias, e em geral todas as coisas que não tenham sido alteradas substancialmente pelo ser humano, ou persistem apesar da intervenção humana. Este conceito mais tradicional das coisas naturais implica uma distinção entre o natural e o artificial, entendido este último como algo feito por uma mente ou uma consciência.
terça-feira, 2 de abril de 2013
A Natureza do Pantanal: a vida acontece
Recanto abençoado por Deus. Aqui, os pássaros deliciam-se da água da chuva, do doce das frutas e da paisagem sedutora. O verde é a marca registrada desse lugar. Belíssimos ipês de todas as cores recobrem a terra com flores primaveris. O perfume no ar, o cheiro de terra molhada, o calor desse chão, rememoram os tempos vividos de amor e de paixão. As varandas das casas pantaneiras, o martim-pescador na janela, a chuva fina molhando o telhado. Sentimentos de nostalgia pairam no ar e explodem os sentimentos.
Araras e tucanos embelezam e apaixonam. Tocam o céu com suas asas e fazem um convite para a festa do amanhecer. A calmaria e a tranquilidade embalam o desejo de viver, presente em cada olhar. A natureza encontra-se em harmonia: capivaras e jacarés, jacarés e o homem, em convívio de mútuo respeito. Belo é o entardecer alaranjado, recôndito das garças brancas, verdadeiro registro de beleza sem igual.
Tuiuiús constroem seus ninhos às margens dos rios, aninham-se e marcam a sua presença. Trilhas e caminhos que levam à emoção de estar presente em uma paisagem deslumbrante. No Pantanal a vida acontece.

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